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quarta-feira, 18 de maio de 2011

O vidro, visto através de um copo



Em ciência dos materiais o vidro é uma substância sólida e amorfa que apresenta temperatura de transição vítrea. No dia a dia o termo refere-se a um material cerâmico transparente geralmente obtido com o esfriamento de uma massa líquida à base de sílica.
Em sua forma pura, o vidro é um óxido metálico super esfriado transparente, de elevada dureza, essencialmente inerte e biologicamente inactivo, que pode ser fabricado com superfícies muito lisas e impermeáveis. Estas propriedades desejáveis conduzem a um grande número de aplicações. No entanto, o vidro geralmente é frágil, quebra-se com facilidade. O vidro comum obtem-se por fusão à volta dos 1250 ºC de dióxido de silício, (SiO2), carbonato de sódio (Na2CO3) e carbonato de cálcio (CaCO3).
Os povos que disputam a primazia da invenção do vidro são os egípcios e os fenícios.
Mas na realidade, por objectos encontrados, o vidro surgiu pelo menos 4000 anos a.C.  Julga-se entretanto que os egípcios começaram a soprar o vidro em 1400  aC, dedicando-se, acima de tudo, à produção de pequenos objectos artísticos e decorativos, que muitas vezes eram confundidos com belas pedras preciosas. A sua ddegradação é de 4000 anos. Por cada 1000 kg de vidro utilizam-se 1300 kg de areia.

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A professora: Teresa Capela

A história do ouro é a história da Humanidade




    O ouro (do latim aurum, "brilhante") é um elemento químico. O seu símbolo é Au (do latim aurum).
   Conhecido desde a Antiguidade, o ouro é utilizado de forma generalizada em joalharia, indústria e eletrônica, bem como reserva de valor.
   O ouro é conhecido desde a Antiguidade, sendo certamente um dos primeiros metais trabalhados pelo Homem. Conhecido na Suméria, no Egipto existem hieróglifos egípcios de 2600 a.C. que descrevem o metal, que é referido em várias passagens no Antigo Testamento. É considerado como um dos metais mais preciosos, tendo o seu valor sido empregue como padrão para muitas moedas ao longo da história.

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A professora: Teresa Capela

Catástrofes naturais



Acontecimentos súbitos de origem natural, muitas vezes imprevisíveis, susceptíveis de provocarem vítimas e danos materiais avultados. As catástrofes naturais afectam gravemente a segurança das pessoas, as condições de vida das populações e a estrutura socioeconómica de um país, devido a processos de ruptura entre o ambiente natural e o sistema social.

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A professora Teresa Capela

Adaptações dos seres vivos à temperatura



Existem elementos, componentes, do ambiente físico e químico que agem sobre quase todos os aspectos da vida dos diferentes organismos, constituindo os factores abióticos. Estes influenciam o crescimento, actividade e as características que os seres apresentam, assim como a sua distribuição por diferentes locais.
Cada espécie só consegue sobreviver entre certos limites de temperatura, o que confere a este factor uma grande importância.
Cada ser sobrevive entre certos limites de temperatura - amplitude térmica de existência -, não existindo acima de um determinado valor - temperatura máxima - nem abaixo de outro - temperatura mínima. Cada espécie possui uma temperatura óptima para a realização das suas actividades vitais.
Alguns seres têm grande amplitude térmica de existência - seres euritérmicos - enquanto outros só sobrevivem entre limites estreitos de temperatura - seres estenotérmicos.

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A professora: Teresa Capela

Factores bióticos



Nas relações que se estabelecem entre os seres vivos de uma comunidade, podemos considerar relações intra-específicas, entre seres vivos da mesma espécie, e relações interespecíficas, entre seres vivos de espécies diferentes.

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A professora: Teresa Capela