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quarta-feira, 18 de maio de 2011

DNA, RNA e síntese de proteínas


   
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A professora: Lídia Oliveira   Março de 2011

Conservação da natureza



    O ser humano, com o desenvolvimento da sociedade, está destruindo as últimas áreas selvagens ou naturais; está extinguindo espécies de animais e plantas; está perdendo o  valioso germoplasma de espécies e variedades domésticas de plantas e animais; está poluindo o mar, o solo, o ar e as águas continentais, ou seja, o meio ambiente em geral.
    Se este processo continuar, as futuras gerações não poderão ver muitas coisas que hoje temos o prazer de ver.  E mais,  o ser humano  não  só está empobrecendo o meio à sua volta, como está  comprometendo a sua própria sobrevivência e  a sobrevivência da própia espécie.      

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A professora: Teresa Capela

O vidro, visto através de um copo



Em ciência dos materiais o vidro é uma substância sólida e amorfa que apresenta temperatura de transição vítrea. No dia a dia o termo refere-se a um material cerâmico transparente geralmente obtido com o esfriamento de uma massa líquida à base de sílica.
Em sua forma pura, o vidro é um óxido metálico super esfriado transparente, de elevada dureza, essencialmente inerte e biologicamente inactivo, que pode ser fabricado com superfícies muito lisas e impermeáveis. Estas propriedades desejáveis conduzem a um grande número de aplicações. No entanto, o vidro geralmente é frágil, quebra-se com facilidade. O vidro comum obtem-se por fusão à volta dos 1250 ºC de dióxido de silício, (SiO2), carbonato de sódio (Na2CO3) e carbonato de cálcio (CaCO3).
Os povos que disputam a primazia da invenção do vidro são os egípcios e os fenícios.
Mas na realidade, por objectos encontrados, o vidro surgiu pelo menos 4000 anos a.C.  Julga-se entretanto que os egípcios começaram a soprar o vidro em 1400  aC, dedicando-se, acima de tudo, à produção de pequenos objectos artísticos e decorativos, que muitas vezes eram confundidos com belas pedras preciosas. A sua ddegradação é de 4000 anos. Por cada 1000 kg de vidro utilizam-se 1300 kg de areia.

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A professora: Teresa Capela