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domingo, 17 de fevereiro de 2013

Teresa Calçada nas Bibliotecas Escolares

A Coordenadora Nacional do programa da Rede de Bibliotecas escolares, Teresa Calçada visitou as bibliotecas do centro escolar de arcos, Biblioteca Municipal e da Escola Básica e Secundária de Anadia no dia 30 de Janeiro de 2013.

 
No Centro escolar foi recebida pelos alunos que desempenham a função de monitores da Biblioteca, colaborando assim com os professores bibliotecários.

 
 
Teve oportunidade de ver a forma ativa com que se trabalha a nível concelhio:
"a biblioteca pública e as escolares" desenvolvem um trabalho conjunto de parceria, embora não existindo ainda o portal.

 

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Dossiê temático - Geologia


AÇÃO ANTRÓPICA NAS ZONAS COSTEIRAS
"O grande responsável pela situação de desequilíbrio ambiental que se vive no planeta, é o Homem. É o único animal existente à face da Terra capaz de destruir o que a natureza levou séculos a construir"

CONSTRUÇÕES NAS ZONAS COSTEIRAS
O Homem tem contribuído imenso para a erosão costeira de várias formas, mas as construções em zonas dunares e de falésia são aspetos relevantes deste facto.

As praias perdem espessura, deixando em suspensão certas construções, aumentando o declive das praias e diminuindo a sua extensão. A erosão costeira tem, ainda, outras consequências: a salinização dos aquíferos costeiros e o assoreamento de lagunas e estuários.
Ano após ano, vamos tendo notícia do desaparecimento de praias que o mar leva.
Torna-se, pois, importante efetuar um bom ordenamento do território, de modo a que se consiga manter a nossa costa livre de danos de maiores dimensões.


ESPORÕES, PAREDÕES E QUEBRA MARES

Tem como função salvaguardar temporariamente as construções/ zonas costeiras mas causam grande impacto a nível da movimentação das areias e do habitat de seres marinhos, nomeadamente moluscos e crustáceos.

Essas construções, destinam-se a evitar o efeito abrasivo sobre a linha de costa (paredões), evitar o arrastamento de sedimentos e areias (esporões) e ainda a proteger os portos da ação das ondas do mar (quebra-mar). Infelizmente, a construção destas obras protege uns locais mas agrava a situação nas zonas costeiras próximas desses locais, conduzindo à necessidade de novas medidas de proteção nessas zonas, numa espiral infindável de intervenções de proteção.
Atualmente muitos geólogos e organizações defendem a redução ao mínimo ou mesmo a eliminação destas construções de proteção, argumentando que o Homem deve respeitar a dinâmica natural do litoral. Em algumas situações, as obras de proteção do litoral, nome porque são conhecidas, não têm como objetivo principal proteger a costa, mas sim proteger a propriedade privada ou pública. O sucesso destas superestruturas é muito variável e constitui uma incógnita. Muitas intervenções de engenharia resultam num determinado local, mas transferem, ou agravam, o problema para outro lado. Outras medidas, como a alimentação artificial contínua das praias e a recuperação das dunas, permitem uma proteção mais eficaz e prolongada.

IMPORTÃNCIA DAS DUNAS NA PRESERVAÇÃO COSTEIRA
As dunas são montanhas de areia, criada a partir de processos eólicos (relacionados com o vento). Estas formações normalmente estão cobertas de vegetação fixadora que impede que as dunas sejam degradadas e destruídas evitando que todo o sistema dunar seja afetado negativamente. 

A areia nua facilmente seria arrastada para o interior do território, quer pela ação do mar quer, essencialmente pela ação eólica, podendo invadir e mesmo cobrir terrenos agrícolas, explorações, habitações e caminhos. Em épocas de tempestade podem mesmo ocorrer catástrofes em que o mar não encontrando obstáculos ao seu avanço, destrói culturas e construções que antes estavam protegidas pelas dunas.

Estes são fenómenos que todos os invernos acontecem e que acabamos por ser com eles confrontados pelo menos através dos media. Como forma de contrariar esses fenómenos indesejáveis todos nós, enquanto utentes das praias, deveremos ter comportamentos adequados no sentido de evitar a degradação das dunas: utilizar as passadeiras aéreas quando existam, caso contrário utilizar os trilhos já existentes sobre a duna (nunca traçar novos trilhos); não passear ou apanhar banhos de sol nas dunas, não andar a cavalo e de veículos motorizados; não colher a vegetação das dunas; chamar a atenção de amigos e familiares para a correta utilização das dunas; tomar conhecimento e respeitar a legislação que existe para efeitos de proteção das dunas;
também naturalmente a retirada das estruturas construídas que provocam a destruição da duna.
A proteção do ambiente começa em cada um de nós pela adoção de comportamentos corretos e educando os outros!
Em seguida serão apresentadas algumas plantas que devemos preservar e que constituem o coberto vegetal das dunas em Portugal!


                 

As condições de formação e a dinâmica geomorfológica das dunas revelam que estas são estruturas instáveis. A proximidade do mar atua como fator fortemente seletivo na instalação e crescimento da sua vegetação.

Aparentemente simples, este meio é, na realidade, deveras complexo e precário.

Não é por acaso que, no lado virado ao mar, se observa tão grande pobreza florística: as plantas costeiras estão sujeitas a ventos fortes carregados de partículas de sal, a luminosidades excessivas, a amplitudes térmicas que vão do sol escaldante do verão ao frio cortante do inverno. Isto provoca apreciável transpiração na planta, o que, conjugado com a grande permeabilidade do solo dunar, que deixa infiltrar rapidamente a água que nele cai, irremediavelmente a condena a um ambiente hostil de xerofitismo, ou seja, a um ambiente em que prevalecem as condições de secura.

BIBLIOGRAFIA (SITES DA WEB):