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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Dia Mundial do Não Fumador

O dia mundial do não fumador foi comemorado na Escola Secundária de Anadia através das "Brigadas Anti-Tabaco".
Esta actividade faz parte do Plano de actividades da Rede de Bibliotecas de Anadia.
Consistiu na elaboração e execução de um projecto para pintar cinco T-Shirts cedidas pela Câmara Municipal de Anadia, abraçado pela turma do 11.º G - Animadores Sócio-Culturais.
As mesmas foram usadas durante dois dias, dentro e fora da Escola, por alunos voluntários...

Eis algumas fotos...

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Jardim de Infância de Boialvo visita Escola e Biblioteca

UM DIA DIFERENTE…

Logo de manhã entrámos no autocarro (Alfredo) e fomos até à Biblioteca Municipal (Mariana). Lá, ouvimos a história do Gato Comilão (Pedro) e jogámos um jogo (Tiago). Depois fomos para o autocarro (Mateus) e fomos para a Escola Grande (Maria).
O Senhor Presidente veio à porta da escola esperar-nos e levou-nos até á oficina (Mariana). Na oficina estava o Professor Paulo e os alunos (Yasmine) e fomos pedir para arranjar os triciclos (Leandro). Depois o João mostrou-nos as máquinas (Tiago) e deu-nos chupa-chupas (Leandro). A seguir fomos visitar as Professoras e estava lá a Professora Xana e a Professora Lurdes (Yasmine).
Depois fomos comer e a Fernanda, a Rosário, o Senhor Presidente e a Dona Paula ajudaram-nos a comer (Mariana) e cortaram os bocados de frango (Alfredo).
No fim do almoço fomos dar a volta à escola e uma Senhora do bar deu-nos rebuçados (Yasmine). Depois subimos até à Biblioteca (Pedro) e fomos ver filmes (Francisco) e pintar folhas de Outono (Maria). No fim fomos colar as folhas nos paus que estavam no vaso e depois viemos embora (Alfredo).
Viemos a correr para o autocarro (Leandro) e os meninos da Escola Grande viram e riam-se (Pedro).
Depois viemos para a nossa escolinha (Pedro) no autocarro (Yasmine).                         

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Escrita Criativa II

A vida que quero, mas não tenho


           Às vezes pergunto-me se tenho um caminho.
Porque, se um caminho é o corredor que nos leva à porta de tudo e de toda a felicidade, e eu continuo no “hall” de entrada, é porque não tenho um caminho?
Porque, se um caminho é a luz, aquela que nos leva até à chave de toda a sabedoria e poder, e eu estou fechada num quarto escuro, é porque não tenho um caminho?
Porque, se um caminho da vida (isto porque Ela tem muitos) está cheio de altos e baixos, urtigas e flores, e eu estou parada numa planície deserta, é porque não tenho um caminho?
Porque, se um caminho pode ser só nosso ou partilhado e nos indica a felicidade, e eu estou sozinha e infeliz no mundo, é porque não tenho um caminho?
Porque, se não sei qual é o meu caminho, é porque não tenho um caminho?
E se não tenho, quero um.
Quero ter um caminho.
Mas não quero um caminho de nuvens, para não me afundar no que é fácil.
Não quero um caminho que não queira seguir, para não chegar a meio cansada dele.
Quero um caminho que seja como o mundo. Podes começar em qualquer ponto que nunca encontras um fim.
Quero um caminho que se cruze com o teu, para saber que é meu.
Exigente?! Talvez. Mas aquele que for o meu caminho, será para sempre O Meu Caminho!

          Texto escrito por:
           Maria Duarte 
           8º A3

Escrita Criativa I

    
O álbum de recordações


        Um dia, ao andar por atalhos na casa dos meus avós, descobri no sótão um álbum de recordações, por entre teias e pó. O álbum aparentava ser velho.
        Como aquele lugar era pouco iluminado, decidi descer até ao meu quarto para investigar um pouco mais, pois tinha esperança de encontrar um daqueles medalhões antigos com fotografias de tias e avós.
        Dentro do álbum estavam fotografias dos momentos mais felizes da vida dos meus avós e eles, ao transparecerem tanta juventude e felicidade, fizeram-me perceber que a verdadeira idade dos objectos não é uma medida cronológica; apenas a sua essência tem a elasticidade do valor que lhes quiserem dar.
        Surgiu-me então a ideia de traçar a minha natureza, ou seja, a minha árvore genealógica. Ao fazer o retrato dos meus familiares, achei que a árvore estava incompleta e então, além dos laços da família, juntei os da amizade.
        Depois de completar a minha árvore genealógica especial, percebi que estava cheia de futuro, pois tinha muitas pessoas em quem me poderia apoiar para ter sucesso.
        Ao chegarem a casa, os meus avós foram até ao meu quarto e, ao verem o álbum que tinha encontrado, ficaram muito felizes. Contei-lhes a aventura que tivera e por entre fotografias e recordações lá descobri o medalhão tão desejado.

        Texto escrito por:
        Liliana Silva
        Nº.14    8ºA