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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Jardim de Infância de Boialvo visita Escola e Biblioteca

UM DIA DIFERENTE…

Logo de manhã entrámos no autocarro (Alfredo) e fomos até à Biblioteca Municipal (Mariana). Lá, ouvimos a história do Gato Comilão (Pedro) e jogámos um jogo (Tiago). Depois fomos para o autocarro (Mateus) e fomos para a Escola Grande (Maria).
O Senhor Presidente veio à porta da escola esperar-nos e levou-nos até á oficina (Mariana). Na oficina estava o Professor Paulo e os alunos (Yasmine) e fomos pedir para arranjar os triciclos (Leandro). Depois o João mostrou-nos as máquinas (Tiago) e deu-nos chupa-chupas (Leandro). A seguir fomos visitar as Professoras e estava lá a Professora Xana e a Professora Lurdes (Yasmine).
Depois fomos comer e a Fernanda, a Rosário, o Senhor Presidente e a Dona Paula ajudaram-nos a comer (Mariana) e cortaram os bocados de frango (Alfredo).
No fim do almoço fomos dar a volta à escola e uma Senhora do bar deu-nos rebuçados (Yasmine). Depois subimos até à Biblioteca (Pedro) e fomos ver filmes (Francisco) e pintar folhas de Outono (Maria). No fim fomos colar as folhas nos paus que estavam no vaso e depois viemos embora (Alfredo).
Viemos a correr para o autocarro (Leandro) e os meninos da Escola Grande viram e riam-se (Pedro).
Depois viemos para a nossa escolinha (Pedro) no autocarro (Yasmine).                         

1 comentário:

Agostinho disse...

Sorriso das crianças em tempo de Natal...

Porque não um poema de Torga...

HISTÓRIA ANTIGA

Era uma vez, lá na Judeia, um rei.
Feio bicho, de resto:
Uma cara de burro sem cabresto
E duas grandes tranças.
A gente olhava, reparava, e via
Que naquela figura não havia
Olhos de quem gosta de crianças.

E, na verdade, assim acontecia.
Porque um dia,
O malvado,
Só por ter o poder de quem é rei
Por não ter coração,
Sem mais nem menos,
Mandou matar quantos eram pequenos
Nas cidades e aldeias da Nação.

Mas,
Por acaso ou milagre, aconteceu
Que, num burrinho pela areia fora,
Fugiu
Daquelas mãos de sangue um pequenito
Que o vivo sol da vida acarinhou;
E bastou
Esse palmo de sonho
Para encher este mundo de alegria;
Para crescer, ser Deus;
E meter no inferno o tal das tranças,
Só porque ele não gostava de crianças.